Fiscais podem questionar procedência de qualquer produto importado.
Considerar bem pessoal como isento é equívoco comum, alerta Receita.

Na passagem pela alfândega, fiscais podem questionar procedência de qualquer produto importado na bagagem (Foto: Maria Iara dos Santos Nascimento/ Receita Federal)
Conhecer as regras e limites do que é permitido trazer ao país numa viagem ao exterior pode evitar muita dor de cabeça. O principal erro cometido pelo passageiro que chega de uma viagem internacional em relação à tributação dos bens que traz na bagagem é achar que qualquer objeto de uso pessoal será isento de imposto, segundo informa a Receita Federal.
Em dezembro do ano passado, Karla Freiberg, gerente de um hotel em São Paulo, voltava de uma semana de férias com sua prima nos EUA quando foi selecionada para passar pela alfândega do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Elas haviam aproveitado a Black Friday, dia em que o varejo norte-americano baixa os preços, para fazer compras. “Comprei muita roupa. Normalmente lá já são baratas, e na Black Friday estavam bem mais em conta”, diz.
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