Crédito no pré-pago variou entre R$ 4,58 e R$ 4,64; euro passou de R$ 5

RIO – A alta do dólar comercial nesta quarta-feira, chegando a ser cotado a R$ 4,11, maior patamar desde setembro, foi sentida por quem precisa comprar a moeda americana para viajar. Pela manhã, de acordo com a CMA, a divisa era vendida no câmbio turismo a um valor médio de R$ 4,25. Nos primeiros 20 dias do ano, a alta acumulada é de 1,9%. Em bancos e casas de câmbio, o dólar fechou em até R$ 4,48 em papel-moeda, já incluindo o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 0,38%. No cartão pré-pago, sobre o qual incide uma alíquota de 6,38% de IOF, o preço chegou a R$ 4,64.

No Banco Itaú, os clientes pagavam R$ 4,48 e R$ 4,64 pelo dólar em papel-moeda e pela recarga no pré-pago, respectivamente. Pelo euro, o banco cobrava R$ 4, 88 (espécie) e R$ 5,06 (cartão).

Na Cotação, a moeda americana foi negociada a R$ 4,36 em espécie. No cartão pré-pago, saiu a R$ 4,58. Já o euro foi vendido a R$ 4,76 em papel-moeda e a R$ 5,02 no plástico. Todos os valores já incluem o IOF.

Nas agências do Banco do Brasil, o dólar saiu a R$ 4,22, em espécie, e a R$ 4,58 no plástico. Pela nota de um euro, era preciso desembolsar R$ 4,60, já em caso de crédito no cartão a moeda única europeia saía a R$ 4,85.

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